terça-feira, 26 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Don't Let Me Down

Don't let me down, Don't let me down
Don't let me down, Don't let me down

Nobody ever loved me like she does
Oooo she does..yes she does
And if somebody loved me like she do me
Yes she do me Yes she does

Don't let me down, Don't let me down
Don't let me down, Don't let me down

I'm in love for the first time
Don't you know it's gonna last
I'ts a love that lasts forever
It's a love that has no past

Don't let me down, Don't let me down
Don't let me down, Don't let me down

And from the first time that she really done me
Oooo she done me she done me good
I gues nobody ever really done me
Ooo she done me...she done me good

Don't let me down, Don't let me down
Don't let me down, Don't let me down

segunda-feira, 4 de julho de 2011

SNUFF - SLIPKNOT

Bury all your secrets in my skin
Come away with innocence, and leave me with my sins
The air around me still feels like a cage
And love is just a camouflage for what resembles rage again...

So if you love me, let me go
And run away before I know
My heart is just too dark to care
I can't destroy what isn't there
Deliver me into my Fate
If I'm alone I cannot hate
I don't deserve to have you...
Uh, my smile was taken long ago
If I can change I hope I never know

I still press your letters to my lips
And cherish them in parts of me that savor every kiss
I couldn't face a life without your light
But all of that was ripped apart... when you refused to fight.

So save your breath, I will not hear
I think I made it very clear
You couldn't hate enough to love
Is that supposed to be enough?
I only wish you weren't my friend
Then I could hurt you in the end
I never claimed to be a Saint...
Uh, my own was banished long ago
It took the Death of Hope to let you go

So break yourself against my stones
And spit your pity in my soul
You never needed any help
You sold me out to save yourself
And I won't listen to your shame
You ran away - You're all the same
Angels lie to keep control...
Uh, my love was punished long ago
If you still care, don't ever let me know
If you still care, don't ever let me know...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Torna-se um animal novamente


E seus olhos converteram-se em sangue. E a sede pela morte o apoderou.

Há muito tempo não se sentia assim. Há muito tempo descansava em arriscada calmaria. Mas agora despertou novamente, e com toda fúria caçará suas presas. Como lobo não descansará. Vencerá em resistência até que sua Fome seja saciada.

Torna-se um animal novamente.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Hey You - Pink Floyd

Hey you
Out there in the cold
Getting lonely, getting old
Can you feel me?

Hey you
Standing in the aisle
With itchy feet and fading smile
Can you feel me?

Hey you
Don't help them to bury the light
Don't give in, without a fight

Hey you
Out there on your own
Sitting naked by the phone
Would you touch me?

Hey you
With your ear against the wall
Waiting for someone to call out
Would you touch me?

Hey you
Would you help me to carry the stone?
Open your heart, I'm coming home

But it was only, fantasy
The wall was too high, as you can see
No matter how he tried, he could not break free
And the worms ate into his brain

Hey you
Out there on the road
Always doing what you're told
Can you help me?

Hey you
Out there beyond the wall
Breaking bottles in the hall
Can you help me?

Hey you
Don't tell me there's no hope at all
Together we stand, divided we fall

domingo, 29 de maio de 2011

O Teatro

O teatro lúdico! Cadeira em jacarandá revestido. Tecido manchado e rasgado. Trilhas artísticas de cupim faminto. Hora de o louco homem anunciar o início da peça! Pó branco mal aplicado em apenas um dos lados do rosto caindo e sujando o smoking que aparentemente o acompanha por vários anos. Imagino que no camarim não tenha espelhos. Impaciente, minha mão transpira e mancha o apoio de braço da cadeira. Sinto uma tábua solta sob meus pés. O ator começa a entrar arrastando uma das pernas como se não já contasse mais com a ajuda da mesma. A música se inicia. Som de vitrola. O ator chega ao centro do palco. Olho para os lados e vejo que nessa noite a casa está vazia. Na verdade bem vazia. Somente eu na platéia e bem ao fundo uma velha senhora com as marcas do tempo expostas em sua postura. A iluminação do palco é ruim, mas mesmo assim consigo reparar uma grande semelhança fisionômica com o ator. Isso gerou um certo mal-estar. Procuro novamente a velha, mas ela já não se encontra mais. Sou eu... O ator sou eu! Olho para o chão e vejo a velha deitada próximo a mim com uma estranha lâmina na mão. Tirara sangue em minha perna. O ator começa a recitar histórias passadas. Começa a contar minha vida, desde a infância até os dias de hoje. Tento sair do local, mas o corte da perna me prejudica. A velha acertou um tendão. Sinto o sangue descer. Muita dor. O ator caminha focando o olhar em mim como a exigir mais atenção. Desprezo. Conta histórias aumentando um pouco mais o tom de voz. Desprezo. Caminho para o corredor central. Minha perna não obedece e começo sentir a necessidade de arrastá-la. Lembro da velha. Maldita velha! Por que esqueci dela? Continuo caminhando. O ator começa a contar histórias que desconheço. Isso me assusta ainda mais. O contexto e as pessoas envolvidas eu conhecia. Não conhecia a história, pois ainda não havia vivenciado as mesmas. Eram histórias que estavam por acontecer. Assustado, olho para o ator e vejo que ele não está como antes. Está agora em uma cadeira de rodas, tossindo, fraco, me encarando e sorrindo. Sujo, mal arrumado. Magro. Aquilo me assusta. Vejo que na minha mão existe uma arma. Não tenho armas. O ator continua contando as histórias. Vi a velha ao lado do ator. Com uma lâmina aparentemente cega ela tenta rasgar a perna do ator tentando gerar um corte mais profundo. O ator apenas sorri dando para ver a dor que sente. Mas ele não para de contar histórias. Chego próximo do palco. Ouço a respiração da velha. Ainda não estou tão perto para isso. Aquela situação começa a me enlouquecer. O ator volta a recitar em um tom de voz mais alto intercalado risadas insanas. Minhas histórias? Que se dane! Descarreguei o tambor de munição no peito do ator. Fiz calar. A velha se assustou e recuou. Não pensei em matar a velha. Não sei por qual motivo. As paredes do teatro começaram a se rasgar. Eram de papel. As cadeiras se desmancharam. Também eram de papel. Minha perna ainda dói. Não consigo lembrar das histórias contadas pelo ator. Fui embora. Caminhei arrastando minha perna como se não já contasse mais com a ajuda da mesma.

domingo, 1 de maio de 2011

Maya

Maio, quinto mês do calendário gregoriano. O seu nome é derivado da deusa romana Bona Dea. Outros preferem dizer que a origem se deve à deusa grega Maya.

Maya na mitologia grega era uma ninfa, e à ela era consagrado o dia 15 de maio.

Ela é deusa da fecundidade, e da projeção da energia vital, e também era a ninfa que personificava os lugares frios.

Na mitologia romana, Maya era identificada como Maya Maiestas (também chamada de Bona Dea (a "Boa Deusa")).

À Maya, maio. À Bona Dea, o dia 15 de maio. A todos, apenas mais um dia de mais um mês.

“... o pra sempre.”